13 janeiro 2018

Cuba condena declarações racistas de Trump


O Ministério de Relações Exteriores da República de Cuba condena firmemente as declarações racistas, ofensivas e grosseiras do Presidente dos Estados Unidos da América, sobre Haiti, El Salvador, Estados africanos e outros continentes, no decurso de uma negociação sobre a programa migratório conhecido como DACA, que aconteceu na Casa Branca, ontem.

Essas declarações, cheias de ódio e desprezo, provocam indignação no povo cubano, orgulhosas do contributo que, ao longo de sua história, tornou nacionais e seus descendentes de diferentes latitudes, particularmente africanos e haitianos, desde o momento em que nossa nacionalidade foi forjada.

Cuba junta-se à forte rejeição que essas declarações atraíram ao redor do mundo, especialmente nos países do Sul.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros expressa sua mais sincera solidariedade com todos os países ofendidos.

Havana, 12 de janeiro de 2018
Ano 60 da Revolução

12 janeiro 2018

Cuba orgulhosamente defende seus heróis como um dia eles defenderam nossa independência


No mausoléu dos heróis e mártires do Terceiro Front Mario Muñoz, localizado no coração da Serra Maestra, em Loma la Esperanza, teve lugar, em 11 de janeiro, uma cerimônia militar presidida pelo general-de-exército Raúl Castro Ruz, em que foram sepultados os restos de 33 combatentes mortos durante a guerra de libertação ou mortos após o triunfo da Revolução.


10 janeiro 2018

"Cuba é um país seguro, pacífico e saudável"



A grande vítima da audiência hoje foi a verdade, destacou Josefina Vidal, diretora geral sobre os Estados Unidos do Ministério das Relações Exteriores de Cuba, em suas declarações à imprensa nas quais comentou sobre o encontro organizado pelo senador republicano da Flórida, Marco Rubio, e co-presidido pelo democrata de Nova Jersey, Robert Menéndez, ambos com uma ampla gama de ações contra melhores relações entre Cuba e os Estados Unidos.

09 janeiro 2018

No ombro da Ilha


Janeiro volta com sua carga de sonhos limpos e como cada vez parece que a tropa de barbudos entra de novo na capital de um país abalado pela esperança.


06 janeiro 2018

"A lenda não morreu"


Minha geração nasceu nos primeiros anos, após ter triunfado a Revolução de 1959 e uma porção dela, nos meses anteriores. Quando os barbudos tomaram Santiago, e depois chegaram a Havana em uma caravana, a República Popular da China tinha só uma década de fundada e os estados socialistas da Europa do Leste não ultrapassavam os 15 anos de surgidos. A Revolução Soviética e seu Estado multinacional, em cujas cidades e nações muitos de nós estudamos, era a más antiga: 40 anos de resistência contra o capitalismo internacional e o fascismo. Porém, adolescentes afinal, nos anos 70 achamos que nossos pais e suas revoluções eram velhos (algumas revoluções eram, certamente, mas não por razões do calendário).

03 janeiro 2018

Aos 59 anos, a Revolução Cubana mantém seu prestígio


Com a entrada vitoriosa dos revolucionários no dia 1º de janeiro de 1959, em Santiago de Cuba, a história do povo cubano mudou radicalmente, deixando para trás a dependência dos Estados Unidos, a degradação social e as políticas a favor das classes privilegiadas.

02 janeiro 2018

4,0! Chega Cuba a sua menor taxa de mortalidade infantil da história


Se dissermos que, pelo décimo ano consecutivo, Cuba mantém sua taxa de mortalidade infantil abaixo de cinco por mil nascidos vivos, é motivo suficiente para comemorar. Mas sabendo que as razões vão mais longe, descobrindo que o país no final de 2017 atingiu o menor índice de mortalidade infantil de sua história, com 4,0 mortes por mil nascidos vivos.