01 dezembro 2016

"Nós dizemos a partir daqui: Até a Vitória Sempre"


Estimados chefes de Estado e de Governo;

Chefes das delegações;

Personalidades proeminentes;

Amigos todos;

Querido povo de Cuba (Aplausos)

Embora me caiba proferir o discurso final, em 3 de dezembro próximo, quando estejamos na Praça da Revolução Antonio Maceo, em Santiago de Cuba, agora eu desejo expressar, em nome do nosso povo, Partido e Governo, bem como da família, a sincera gratidão por sua presença neste ato (Aplausos), pelas palavras emocionantes que foram expressas aqui e também pelas expressões extraordinárias e incontáveis ​​de solidariedade, carinho e respeito recebidos do mundo todo, nesta hora de dor e comprometimento.

28 novembro 2016

A unidade como a melhor homenagem



O povo cubano lamenta a notícia dolorosa da morte do Comandante-em-chefe, e todos têm algo que dizer. São muitas as lembranças e agradecimentos que provocaram nos cubanos, que não estão prontos — nem querem — para dizer-lhe adeus. Em todo caso um "Até sempre, Fidel".

27 novembro 2016

O mundo diz adeus a um gigante da história


De todos os recantos do planeta brotam mostras de reconhecimento a vida e obra revolucionária de um dos grandes líderes do século 20 e o decorrido do 21; o guerrilheiro da Serra Maestra e o estadista de estatura global que mudou para sempre a história da América Latina e de vários povos do mundo: Fidel Castro.

Um revolucionário de estatura mundial


Pode-se conhecer acerca de um homem tanto por seus detratores quanto por seus fãs. “Fidel Castro era, talvez, o líder revolucionário no poder mais genuíno daquele momento” escreveu Henry Kissinger no último volume de suas memórias. O ex-secretário de Estado e assessor de vários dos ocupantes do Escritório Oval da Casa Branca se referia ao ano 1975 e ao espanto estadunidense perante o envolvimento de Cuba na luta pela independência de Angola. Na dinâmica da Guerra Fria, os soviéticos não queriam se envolver diretamente e Washington apoiava sem rodeios o regime racista de Pretória, na África do Sul.

26 novembro 2016

Nota de pesar do Coletivo


O Coletivo de Jornalistas e Comunicadores Amigos de Cuba recebe com profunda tristeza a notícia do falecimento do líder da Revolução Cubana e lutador internacionalista Fidel Castro Ruz. Nove décadas de legado nos deixa esse grande imortal por suas ideias e dedicação em defesa do povo cubano, e pela incansável solidariedade a todos os países do mundo.

Não foram poucos os seus alertas e denúncias nas Nações Unidas e, mais recentemente, em seus artigos sobre as intenções imperialistas e os perigos que atingem a humanidade.

O Comandante Fidel Castro teve sempre um alto compromisso com o exercício do jornalismo e com a informação como direito, e foi fiel a isso até o final dos seus dias. Fidel nos ensinou que “se deve escrever com puro instinto revolucionário, que as palavras devem ser sensíveis e os conceitos inteligíveis para as massas, não importam as discrepâncias, o que importa é a honestidade com que se opine”.

Nós jornalistas e comunicadores brasileiros, membros deste coletivo, acompanhamos o povo e o governo de Cuba neste dia de muita dor, e temos a certeza de que os ideais fidelistas perdurarão e guiarão os revolucionários de toda a humanidade.

Hasta Siempre Comandante!

COLETIVO DE JORNALISTAS E COMUNICADORES
BRASILEIROS AMIGOS DE CUBA

¡Hasta la victoria siempre!


Querido povo de Cuba:

Com profunda dor compareço para informar ao nosso povo, aos amigos da nossa América e do mundo, que hoje 25 de novembro de 2016, às 22:29, faleceu o Comandante em Chefe da Revolução Cubana, Fidel Castro Ruz.

Em cumprimento da vontade expressa do camarada Fidel, seus restos mortais serão cremados.

Nas primeiras horas da manhã do sábado, 26, a Comissão Organizadora dos funerais dará ao nosso povo uma informação detalhada sobre a organização da homenagem póstuma que será tributada ao fundador da Revolução Cubana.

Até a vitória sempre!

Raul Castro

20 novembro 2016

Prontos para defender a Pátria


A coesão entre soldados e oficiais tornou-se patente na segunda jornada de Bastión 2016. Nas diversas províncias do país, durante a segunda jornada do Exercício Estratégico Bastión 2016 pôde se verificar a elevada disposição combativa de nossas unidades regulares, a qual aumenta na área de concentração graças à árdua preparação que propicia — em poucos dias — poder alcançar a necessária coesão exigida para o combate.