14 maio 2017

Che e sua mãe: A Pedra


Este é um impactante relato escrito por Che no Congo. Ocupa em sua versão original, dez folhas de seu caderno de anotações, e está escrito diretamente, com poucas correções. O tema do relato – o anúncio da possível morte de Célia, sua mae – remonta de algum momento após 22 de maio de 1965. Osmany Cienfuegos levou a Che esse dia “a notícia mais triste da guerra: em conversa telefônica em Buenos Aires informavam que minha mãe estava muito doente, com um tom que fazia presumir que era um anúncio preparatório. (...) Tive que passar um mês com essa triste incerteza, esperando resultados que adivinhava, mas com a esperança de que tivesse um erro na notícia, até que chegou a confirmação da morte de minha mãe”. Em meio dessa “triste incerteza” Che constrói esse relato de forte tom introspectivo, no qual convivem reflexões filosóficas, ironia, dor e ternura. É provavelmente o relato mais cru, intenso e comovente que escreveu.

01 maio 2017

1º de Maio de compromisso


Com a presença do presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros e primeiro secretário do Comitê Central do Partido, general-de-exército Raúl Castro Ruz, aconteceu nesta segunda-feira o desfile na Praça da Revolução José Martí, comemorando o Dia Internacional dos Trabalhadores.

Cinquenta mil jovens chefiaram a marcha do povo trabalhador na capital que neste 1º de Maio está dedicado a eles, presente e futuro da Pátria.

As conquistas sociais alcançadas pela Revolução, a continuidade ao futuro, os desafios de criar uma sociedade mais justa, próspera e sustentável, motivam aos cubanos que por milhares desfilam pelas principais praças e parques do país.

Homenagem a Fidel, artífice da Cuba de hoje; e ao Che, no 50º aniversário de ser tombado em combate; trincheira para defender a soberania e reclamar o fim do bloqueio econômico, comercial e financeiro contra nosso país e a devolução do território que ocupa a ilegal base naval estadunidense; tudo isso é este desfile, que convoca a diferentes gerações de cubanos.

Do Granma

23 abril 2017

Almagro e a OEA cheiram a enxofre


Como é possível afirmar que um Estado tem uma situação de alteração da ordem democrática, violando a estrutura institucional da própria organização que declara essa condição? Assim fez a OEA, em 3 de abril passado, em relação com a República Bolivariana da Venezuela. Houve uma mostra de alienação, obsessão, aberração ou loucura? Nada disso.

16 abril 2017

Vestido de fuzis e milícias


A manhã avançava enquanto as pessoas iam e vinham pela cidade de Havana. Toda Cuba era um enxame. Ainda estavam quentes os escombros dos bombardeios aos aeroportos de Cidade Libertad, San Antonio de los Baños e Santiago de Cuba, mas o povo, longo de enterrar seus amigos desaparecidos na dor, vestia-se de fuzis e milícias.

13 abril 2017

Criada na Universidade de Havana a Cátedra para o estudo do pensamento de Fidel


O legado do líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro, será alvo de investigação sistemática na Universidade de Havana, após a constituição da Cátedra Honorífica para o estudo do seu pensamento e obra.

03 abril 2017

Declaração do Ministério das Relações Exteriores

A sala Simón Bolívar que, para escárnio do Libertador, ocupa o Conselho Permanente da decadente e vergonhosa Organização dos Estados Americanos (OEA) foi testemunha, no dia 28 de março, do combate dos seus descendentes —filhos do líder bolivariano Hugo Chávez— em defesa da soberania, a independência, a autodeterminação e a dignidade da Venezuela e de Nossa América toda.

24 março 2017

Destacam humanismo de Fidel Castro 40 anos após sua visita a Angola


Angolanos e cubanos destacaram o humanismo do líder da Revolução, Fidel Castro, por ocasião de se completarem 40 anos de sua primeira visita a Angola, de 23 a 27 de março de 1977.